Vejam o que alguns Oficiais de um Batalhão de elite da Policia Militar anda fazendo.
Será que é por causa de baixos salários? Ou será que é falta de vergonha-na-cara?
Denúnciado direto na fonte em 14 de setembro de 2009.
Nomes dos envolvidos, :
Cap Alexandre José da Silva Sotero (BPChq) Cap Adriano (BPChq) Ten Gregório (BPChq) Ten Tiago (BPChq)
Este Oficial, atualmente, aproveitando do conhecimento e da influência exercida sobre os mesmos policiais-militares na época do extinto GETAM, coordena essa quadrilha de PM para favorecer a traficantes da Vila Vintém, Acari, Jacaré, Matriz, Vila Aliança, São João. Tudo isso na época do Cel Eduardo Pereira Milagres.
Alguns crimes cometidos por eles: Associação ao trafico de drogas; Extorsão contra PM e traficantes; Formação de quadrilha. Envolvimento com o “jogo-do-bicho” Favorecimento a donos de máquinas caça-níqueis com informações.
Como funcionava o esquema criminoso?
1. Do trafico de drogas e da formação de quadrilha
O Cap Sotero, Ch P/1, aproveitava-se de informações verdadeiras para enfraquecer o tráfico. Com isso, organizava tais equipes do RONAC, devido sua influencia, para fazer um acordo semanal com os traficantes para, em troca de o RONAC não combater o trafico local, receber vantagem pecuniária indevida. Para isso, utilizava-se do Blindado.
Atualmente, tais práticas têm-se intensificado, devido ao fato de o Cap Sotero estar no comando da 4ª Cia do BPChq que coordena exatamente essas antigas equipes do BPChq/RONAC; que, inclusive, na transição do RONAC para 4ª Cia BPChq, o Cap Sotero escolheu essas três equipes, constituídas pelos Cmt de Equipes: SGT Oscar, SGT Álvaro, SGT Coelho. O que dá mais crédito à denuncia é o fato de estas três equipes trabalharem juntas sempre no mesmo dia, pois somam um efetivo maior de policiais, os quais são supervisionados pelos também envolvidos Ten Gregório e Ten Tiago, os quais, por muita coincidência, são sempre os mesmos oficiais que fazem a supervisão dessa equipe. Ou seja, sempre que as Equipes do SGT Oscar, SGT Álvaro, SGT Coelho estão de serviço somente esses Oficiais (Ten Gregório e Ten Tiago) fazem a Supervisão, fechando a quadrilha.
Como resultado dessas práticas, o Cap Sotero passou a ostentar um patrimônio incompatível com sua renda, a saber: Um imóvel em Jacarepaguá, um veículo New Civic, além de ostentar cordões de ouro. Bens não declarados à Receita Federal.
Envolvimento do Cap Adriano
Esse Oficial, após adquirir grande conhecimento e influência sobre as contravenções na área do 18º BPM, uniu-se, agora no BPChq, aos interesses do Cap Sotero para proteção desses negócios ilícitos.
Conclusão
Coronel Robson, cuidado! Pois, atualmente, esses Oficiais estão usando as Ordens de Serviço da P/3 de baseamento na Avenida Brasil e patrulhamento na área do 6º BPM para firmar acordos e negociações com traficantes das comunidades do Complexo do Caju, Salgueiro e Morro dos Macacos em troca de não-intervenção.
O denunciante está fazendo o Curso de Operações de Choque e se questiona sobre o valor de um Policial Especializado se os Oficiais supracitados dessa tropa de elite exibem um comportamento de péssimo exemplo a ser seguido por seus subordinados.
É preciso extinguir essa raça de hipócritas e parasitas que mancham o nome da instituição mais importante do país.
Pede-se que a PMERJ averigúe e puna esses criminosos.
ATENÇÃO AMIGO POLICIAL: CASO ALGUM LINK ESTEJA QUEBRADO, FAVOR ENTRAR EM CONTATO COM NOSSO SUPORTE TÉCNICO, PARA QUE POSSAMOS PROVIDENCIAR O REPARO O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL. EQUIPE LUZ NA PMERJ.
Brasileiro, Cidadão Pleno e Militar de Polícia no Estado do Rio de Janeiro, no exercício de seus direitos constitucionais, unindo forças em busca de uma Polícia Militar melhor e mais justa para seus integrantes e para a população Fluminense.
ATENÇÃO AMIGO POLICIAL: CASO ALGUM LINK ESTEJA QUEBRADO, FAVOR ENTRAR EM CONTATO COM NOSSO SUPORTE TÉCNICO, PARA QUE POSSAMOS PROVIDENCIAR O REPARO O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL. EQUIPE LUZ NA PMERJ.
Caso queira denunciar alguma irregularidade, fique a vontade para fazê-lo através dos comentários ou nos envie um e-mail para luznapmerj@hotmail.com. Não divulgaremos qualquer dado pessoal, e assumimos o compromisso de postar na página principal do Blogger a providência adotada e o local de encaminhamento da denuncia.
Fale com o Ministério Público
A Ouvidoria do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro recebe denúncias:
- Pessoalmente, comparecendo na Avenida Marechal Câmara, nº 370 - Centro - RJ; - Através do telefone 127 (tarifa local); e - Via internet
Não é necessário se identificar para fazer sua denúncia, e você ainda pode acompanhar todo o andamento via internet através de um número de Protocolo.
Clique no link abaixo e faça a sua denúncia on-line
Faça valer os seus direitos. Seja um militar disciplinado, mas não tolere abusos e desmandos !!! Ao contrário do que alguns pensam, a Lei foi feita para ser cumprida !!! Obrigado por lutar por uma segurança pública de qualidade no Rio de Janeiro.
Secretaria Especial dos Direitos Humanos
Fale com a SEDH
SEDH - Secretaria Especial dos Direitos Humanos
Esplanada dos Ministérios, Bloco T, Sala 420 Edifício Sede do Ministério da Justiça CEP: 70064-900 Brasília, DF Telefones: (55 61) 2025-3536 / 3454 / 3106
Isso é uma vergonha.
ResponderExcluirVejam o que alguns Oficiais de um Batalhão de elite da Policia Militar anda fazendo.
Será que é por causa de baixos salários?
Ou será que é falta de vergonha-na-cara?
Denúnciado direto na fonte em 14 de setembro de 2009.
Nomes dos envolvidos, :
Cap Alexandre José da Silva Sotero (BPChq)
Cap Adriano (BPChq)
Ten Gregório (BPChq)
Ten Tiago (BPChq)
Este Oficial, atualmente, aproveitando do conhecimento e da influência exercida sobre os mesmos policiais-militares na época do extinto GETAM, coordena essa quadrilha de PM para favorecer a traficantes da Vila Vintém, Acari, Jacaré, Matriz, Vila Aliança, São João. Tudo isso na época do Cel Eduardo Pereira Milagres.
Alguns crimes cometidos por eles:
Associação ao trafico de drogas;
Extorsão contra PM e traficantes;
Formação de quadrilha.
Envolvimento com o “jogo-do-bicho”
Favorecimento a donos de máquinas caça-níqueis com informações.
Como funcionava o esquema criminoso?
1. Do trafico de drogas e da formação de quadrilha
O Cap Sotero, Ch P/1, aproveitava-se de informações verdadeiras para enfraquecer o tráfico. Com isso, organizava tais equipes do RONAC, devido sua influencia, para fazer um acordo semanal com os traficantes para, em troca de o RONAC não combater o trafico local, receber vantagem pecuniária indevida. Para isso, utilizava-se do Blindado.
Atualmente, tais práticas têm-se intensificado, devido ao fato de o Cap Sotero estar no comando da 4ª Cia do BPChq que coordena exatamente essas antigas equipes do BPChq/RONAC; que, inclusive, na transição do RONAC para 4ª Cia BPChq, o Cap Sotero escolheu essas três equipes, constituídas pelos Cmt de Equipes: SGT Oscar, SGT Álvaro, SGT Coelho. O que dá mais crédito à denuncia é o fato de estas três equipes trabalharem juntas sempre no mesmo dia, pois somam um efetivo maior de policiais, os quais são supervisionados pelos também envolvidos Ten Gregório e Ten Tiago, os quais, por muita coincidência, são sempre os mesmos oficiais que fazem a supervisão dessa equipe. Ou seja, sempre que as Equipes do SGT Oscar, SGT Álvaro, SGT Coelho estão de serviço somente esses Oficiais (Ten Gregório e Ten Tiago) fazem a Supervisão, fechando a quadrilha.
Como resultado dessas práticas, o Cap Sotero passou a ostentar um patrimônio incompatível com sua renda, a saber: Um imóvel em Jacarepaguá, um veículo New Civic, além de ostentar cordões de ouro. Bens não declarados à Receita Federal.
Envolvimento do Cap Adriano
Esse Oficial, após adquirir grande conhecimento e influência sobre as contravenções na área do 18º BPM, uniu-se, agora no BPChq, aos interesses do Cap Sotero para proteção desses negócios ilícitos.
Conclusão
Coronel Robson, cuidado! Pois, atualmente, esses Oficiais estão usando as Ordens de Serviço da P/3 de baseamento na Avenida Brasil e patrulhamento na área do 6º BPM para firmar acordos e negociações com traficantes das comunidades do Complexo do Caju, Salgueiro e Morro dos Macacos em troca de não-intervenção.
O denunciante está fazendo o Curso de Operações de Choque e se questiona sobre o valor de um Policial Especializado se os Oficiais supracitados dessa tropa de elite exibem um comportamento de péssimo exemplo a ser seguido por seus subordinados.
É preciso extinguir essa raça de hipócritas e parasitas que mancham o nome da instituição mais importante do país.
Pede-se que a PMERJ averigúe e puna esses criminosos.