segunda-feira, 7 de setembro de 2009

ALÉM DAS DENÚNCIAS NO MINISTÉRIO PÚBLICO, FOMOS AGORA PARA BRASÍLIA !!!


CONSEGUIMOS !!!
GRAÇAS AO SUCESSO DE NOSSA ADMINISTRAÇÃO, ALÇAMOS VÔO À BRASÍLIA !!!
A CPI da Violência Urbana, da Câmara Federal, vai investigar a denúncia de que um efetivo de 100 policiais militares trabalha na burocracia do Laboratório Industrial Farmacêutico (LIF), da própria PM, apoiando a produção de uma linha de cosméticos. A comissão vai apurar o desvio de função deste batalhão da chamada “Beleza azul” O governo estadual preferiu adotar o silêncio diante da informação publicada na edição de domingo do EXTRA — É a má administração da PM, aliada à falta de controle. Vou introduzir este tema na CPI da Violência. A polícia do Rio precisa de salário, controle e transparência — afirma o deputado federal Rogério Lisboa (DEM), um dos integrantes da comissão em Brasília.
No almoxarifado
A ideia do parlamentar é discutir o motivo de policiais que deveriam estar nas ruas trabalharem no setor de almoxarifado ou como motoristas do laboratório da PM. Diante das denúncias, o governo estadual preferiu se calar. O governador Sérgio Cabral não foi a um encontro com estudantes na Universidade do Estado do Rio (Uerj), que estava previsto em sua agenda, e sua assessoria informou que a Secretaria de Segurança Pública se pronunciaria sobre o tema. O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, viajou à Rússia. A sua assessoria avisou que a PM daria explicações sobre o assunto. Contactada, a assessoria da PM disse que emitiria uma nota oficial e que a publicaria na página da corporação na internet, mesmo avisada pelo EXTRA de que a página estava fora do ar. O problema permaneceu assim durante todo o dia até o fim da noite, quando a reportagem acessou a página pela última vez antes do fechamento desta edição. Se o governo se calou, especialistas em segurança pública discordaram da estratégia de manter PMs cuidando da produção de cosméticos. ‘É desnecessário’
— É um tipo de coisa que não deveria existir. Ainda mais quando só há produtos de beleza. É desnecessário — diz o coronel José Vicente Filho, ex-secretário Nacional de Segurança. O coronel Jorge da Silva, ex-subsecretário estadual de Direitos Humanos, afirma que a presença de policiais nas ruas é importante. — Sempre é melhor ter mais policiais nas ruas, mas o efetivo precisa ter qualificação. As pessoas valorizam apenas a quantidade, mas isso precisa estar aliado à qualidade — diz o coordenador de Estudos e Pesquisa em Ordem Pública e Direitos Humanos da Uerj.
E o secretário de Segurança viajando, por isso não respondeu...
Na PM, o Comando também viaja...
Por isso a acessoria de imprensa não respondeu a seu contato, nobre jornalista.
Durante o feriado, quem respondeu pelo Comando da Corporação foi o Chefe do Estado Maior Operacional, aquele mesmo Oficial que foi envolvido a anos atrás na tortura de moradores da Cidade de Deus, que por pura coincidência é o principal articulador para enfraquecer a Corregedoria da PMERJ e acabar com as Delegacias Judiciárias (DPJM).
Mas tomemos cuidado, pois aos olhos do novo Comando da Corporação, somos MARGINAIS e INIMIGOS !!! Sim, assim fomos taxados pelo Coronel Mário Sérgio !!! Essa foi a explicação dada para a retirada do ar dos Boletins Ostensivos da Corporação, a desculpa de que MARGINAIS e INIMIGOS estavam lendo livremente o Boletim.
Sim, fomos taxados de irresponsáveis pelo atual Comando, por disponibilizar para a tropa nada mais daquilo que é seu por direito. A leitura diária de Boletins, a obtenção via download de Manuais, Notas de Instrução e Legislação pertinente e aplicada à PMERJ.
Sim, dessa forma, por agir ao lado da tropa, somos marginais e inimigos.
Fazemos neste momento o que a PMERJ não faz pelos seus Praças e Graduados. Damos a informação. Mostramos o que acontece.
Acredito ser questão de dias, ou horas, para que essa CPI da Violência Urbana, da Câmara Federal, tome conhecimento dos seguintes pontos:
- A PMERJ TEM UM CORREGEDOR INTERNO QUE NÃO RESPEITA LEIS;
- O CHEFE DO ESTADO MAIOR OPERACIONAL DA PMERJ ESTÁ NITIDAMENTE ENVOLVIDO EM UMA SÉRIE DE "AUTOS DE RESISTÊNCIA" NO MÍNIMO SUSPEITOS, QUE JUNTAMENTE COM O EPISÓDIO DENOMINADO DE "MURO DA VERGONHA", COLOCA EM CHEQUE SUAS CONDIÇÕES DE EXERCER UM CARGO DE TAMANHA IMPORTÂNCIA NA CORPORAÇÃO;
- O COMANDANTE GERAL TENTA ENGANAR A POPULAÇÃO E A GRANDE MAIORIA DA TROPA, AFIRMANDO QUE ENXUGOU AS GORDURAS BUROCRÁTICAS PARA DAR MAIOR PATRULHAMENTO ÀS RUAS, MAS NA VERDADE VEMOS QUE TAL MOVIMENTAÇÃO SERVIU SOMENTE PARA QUE MAIS POLICIAIS PUDESSEM SER "EMPRESTADOS", ADIDOS A OUTROS ÓRGÃOS, CONFORME JÁ FOI POSTADO NESTE BLOGGER;
- É NITIDA A INTENÇÃO DO ATUAL COMANDO DE ENFRAQUECER A CORREGEDORIA INTERNA, E PARA O DESFECHO FINAL, O DESMANTELAMENTO DAS DELEGACIAS JUDICIÁRIAS, O QUE CAUSARÁ UM COLAPSO EM NOSSA CORPORAÇÃO, JÁ QUE OS DESVIOS DE CONDUTA ANDAM DE MÃOS DADAS COM O ATUAL COMANDO.
CARO AMIGO JORNALISTA:
A MÁ ADMINISTRAÇÃO DA PMERJ, SOMADA COM O ENFRAQUECIMENTO DE NOSSA CORREGEDORIA INTERNA, COM SUA MUDANÇA PARA LONGE DO QUARTEL GENERAL E COM A TENTATIVA DE EXTINGUIR AS DELEGACIAS DE POLÍCIA JUDICIÁRIA MILITAR, COM CERTEZA, CAUSARÃO A FALTA DE CONTROLE QUE É CITADA EM SUA MATÉRIA.
NOS COLOCAMOS A DISPOSIÇÃO PARA MAIORES ESCLARECIMENTOS.
A QUEM INTERESSA A EXTINÇÃO DAS DPJM?
A QUEM INTERESSA O ENFRAQUECIMENTO DA CORREGEDORIA?

1 comentários:

  1. Venho informar através desta, o que é feito no quartel de Bombeiros de São Gonçalo, os Soldados do ultimo concurso 08/09, são tratados de forma Sub humanas, os mesmos são tratados como auxiliares de serviços gerais, são obrigados de forma grosseira a fazerem faxina o dia todo no quartel e ainda sair para socorro totalmente cansado, esquecendo da atividade fim, que é salvar vidas, sabemos que TODOS os outros quarteis do Rio de Janeiro existem uma empresa terceirizada para faxina. O Problema não é apenas a faxina é a humilhação, que passamos a base do berros para fazer a faxina o dia todo. Gostaria de uma ajuda para investigação pois estão todos os soldados com medo até meso por falta de orientação que ficam as 24h de serviço cumprindo as ordens absurdas que lhes são destinadas no quartel.
    Obrigado.

    ResponderExcluir